Vereadores divergem sobre sistema de segurança
Publicação: 08 de Agosto de 2013 às 00:00
Depois da sessão tumultuada da última terça-feira, quando um grupo de manifestantes chegou a cortar o abastecimento de energia no Legislativo, a Câmara Muncipal teve ontem uma sessão sem a presença de manifestações, mas com polêmicas envolvendo as medidas de segurança adotadas pela Mesa Diretora para o ingresso de pessoas na Casa. O vereador Bertone Marinho (PMDB) disse que é favorável a manifestações, mas lamentou os atos presenciados na última terça-feira. “As manifestações devem ser ordeiras, pacíficas”, disse o peemedebista.
O vereador Felipe Alves (PMDB) defendeu a instalação da porta de detector de metais para entrada na Câmara. “Os sistemas de segurança são usados hoje por todas as Casas. A Câmara precisa manter a segurança, com controle e proteção. Manifestações são democráticas, mas não pode é ocorrer anarquia”, afirmou o parlamentar.
Já a vereadora Amanda Gurgel (PSTU) se mostrou contrário aos mecanismos de segurança implantados pela Câmara. “Não precisa colocar essas portas (de detector de metais), isso é um método arcaico”, destacou.
Veio do vereador Luiz Almir (PV) uma espécie de desabafo. Ele cobrou medidas de segurança para a Câmara garantir a proteção de todos que atuavam na Casa e disse que a sede do Legislativo havia sido palco, na terça-feira, de uma “algazarra”. “Vândalos não podem entrar nesta Casa. O que fizeram aqui foi uma algazarra. Exijo da Mesa Diretora medidas para garantir a segurança de todos”, frisou.
O vereador Felipe Alves (PMDB) defendeu a instalação da porta de detector de metais para entrada na Câmara. “Os sistemas de segurança são usados hoje por todas as Casas. A Câmara precisa manter a segurança, com controle e proteção. Manifestações são democráticas, mas não pode é ocorrer anarquia”, afirmou o parlamentar.
Já a vereadora Amanda Gurgel (PSTU) se mostrou contrário aos mecanismos de segurança implantados pela Câmara. “Não precisa colocar essas portas (de detector de metais), isso é um método arcaico”, destacou.
Veio do vereador Luiz Almir (PV) uma espécie de desabafo. Ele cobrou medidas de segurança para a Câmara garantir a proteção de todos que atuavam na Casa e disse que a sede do Legislativo havia sido palco, na terça-feira, de uma “algazarra”. “Vândalos não podem entrar nesta Casa. O que fizeram aqui foi uma algazarra. Exijo da Mesa Diretora medidas para garantir a segurança de todos”, frisou.
Armas e luvas reforçam suspeita de investigadores
Publicação: 08 de Agosto de 2013 às 00:00
Bruno Paes Manso - repórter
São Paulo (AE) - Outras três armas encontradas pela perícia na casa da família Pesseghini, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo, reforçam a suspeita de que o estudante Marcelo, de 13 anos, é o responsável pela série de assassinatos seguidos por suposto suicídio na segunda-feira. Para o delegado Itagiba Franco, responsável pelas investigações, o fato de os armamentos não terem sido roubados afasta ainda mais a hipótese de ação do crime organizado, levantada inicialmente.
Os assassinatos aconteceram em duas casas que ficam no mesmo terreno onde morava a família. Pistas encontradas no local, imagens de câmeras de rua e depoimentos de professores e colegas de classe levaram policiais a concluir que o estudante matou os pais, a avó e a tia-avó, foi para a escola e, na volta, se matou.
Exames no carro da mãe do estudante, Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36, cabo da PM, também constataram a presença de um par de luvas no automóvel. O veículo teria sido usado pelo estudante para ir à escola. Trata-se de mais um elemento que aponta para a autoria do crime.
O depoimento do melhor amigo de Marcelo, também de 13 anos, foi decisivo para reforçar a suspeita de crime familiar seguido de suicídio. Ele tinha um plano, segundo o amigo: “matar os pais durante a noite, quando ninguém soubesse, fugir com o carro deles e morar em um lugar abandonado”. Conforme o depoimento à polícia, o menino já havia repetido essa história várias vezes e voltara ao assunto recentemente.
Ainda há lacunas na investigação. A principal é como o menino conseguiu matar os quatro familiares sem despertar reação. A principal hipótese é que ele tenha sedado os parentes. Exames toxicológicos devem demorar um mês. O filho de Bernardete Oliveira da Silva contou à polícia que ela era depressiva e tomava remédios.
São Paulo (AE) - Outras três armas encontradas pela perícia na casa da família Pesseghini, na Vila Brasilândia, zona norte de São Paulo, reforçam a suspeita de que o estudante Marcelo, de 13 anos, é o responsável pela série de assassinatos seguidos por suposto suicídio na segunda-feira. Para o delegado Itagiba Franco, responsável pelas investigações, o fato de os armamentos não terem sido roubados afasta ainda mais a hipótese de ação do crime organizado, levantada inicialmente.
FELIPE PAIVA/FRAME/ESTADÃO CONTEÚDO
Delegado Itagiba Franco afirma que novos elementos afastam tese de ação do crime organizado
Os assassinatos aconteceram em duas casas que ficam no mesmo terreno onde morava a família. Pistas encontradas no local, imagens de câmeras de rua e depoimentos de professores e colegas de classe levaram policiais a concluir que o estudante matou os pais, a avó e a tia-avó, foi para a escola e, na volta, se matou.
Exames no carro da mãe do estudante, Andréia Regina Bovo Pesseghini, de 36, cabo da PM, também constataram a presença de um par de luvas no automóvel. O veículo teria sido usado pelo estudante para ir à escola. Trata-se de mais um elemento que aponta para a autoria do crime.
O depoimento do melhor amigo de Marcelo, também de 13 anos, foi decisivo para reforçar a suspeita de crime familiar seguido de suicídio. Ele tinha um plano, segundo o amigo: “matar os pais durante a noite, quando ninguém soubesse, fugir com o carro deles e morar em um lugar abandonado”. Conforme o depoimento à polícia, o menino já havia repetido essa história várias vezes e voltara ao assunto recentemente.
Ainda há lacunas na investigação. A principal é como o menino conseguiu matar os quatro familiares sem despertar reação. A principal hipótese é que ele tenha sedado os parentes. Exames toxicológicos devem demorar um mês. O filho de Bernardete Oliveira da Silva contou à polícia que ela era depressiva e tomava remédios.
ACONTECEU HOJE!!!














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